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Compartilhamento de experiências é a principal meta do Grupo de Estudos de Remuneração

Estimular a troca de informações e experiências e discutir as melhores práticas de gestão de pessoas são as propostas dos Grupos de Estudos criados pela Associação Brasileira de Recursos Humanos do Paraná – ABRH-PR e que serão mantidos na grade de atividades da nova gestão.

 

De acordo com Eros Tuleski Junior, coordenador do Grupo de Estudos de Remuneração, que iniciou suas atividades em 2018, “a meta de nosso grupo é também debater as tendências sobre esse tema, com o objetivo de fortalecer a comunidade de profissionais de remuneração da região, além de oferecer às empresas associadas o retorno do investimento feito por meio da anuidade”.

 

A ideia do grupo é reunir profissionais experientes que atuam na área de remuneração e de benefícios para que tenham pleno aproveitamento das atividades e efetivo compartilhamento de informações. No ano passado, 59 profissionais participaram das reuniões com resultados muito positivos.

 

Para Eros Tuleski Junior, as práticas de remuneração, benefícios e reconhecimentos têm grande importância na motivação e engajamento das pessoas para com os objetivos do negócio.

 

“Decisões de gestão de remuneração embasadas em critérios e com coerência contribuem para que as pessoas confiem cada vez mais na organização e, assim, sintam-se parte do negócio”, explica o coordenador do grupo. Por outro lado, enfatiza que decisões tomadas sem critério geram desconfiança, insatisfação, descomprometimento e tantas outras consequências negativas para pessoas e organizações.

 

A estratégia de Eros Tuleski Junior como coordenador é entender quais são as expectativas dos participantes em relação ao Grupo de Estudos e fortalecer  junto com eles parcerias que tornem o trabalho mais efetivo e robusto. “Além de buscar conexões com provedores de soluções na área de remuneração para termos informações de mercado cada vez mais consistentes”, pontua.

 

Além disso, ele destaca que pretende dar continuidade na pesquisa sobre práticas de remuneração que, anualmente, o grupo desenvolve. “Assim, entendo que o grupo pode deixar um legado para ABRH-PR para muitas empresas associadas”, salienta.